Content
A aposta da Bosch nas bombas de calor, com o investimento em Aveiro para o desenvolvimento e produção desta tecnologia, vem reforçar a necessidade de novas equipas para as quais a empresa necessita de recrutar especialmente perfis ligados, por exemplo, à Engenharia Mecânica. A unidade de Aveiro registou um crescimento de 14% quando comparado a 2023, continuando a reforçar a sua posição na produção e desenvolvimento de bombas de calor. Segundo Javier González Pareja, o desempenho nacional "é não só fruto da aposta que a Bosch está a fazer no país, trazendo o desenvolvimento e produção de tecnologia estratégica para o negócio da empresa, como também da resiliência, competência e dedicação dos colaboradores".
O caso de sucesso da Bosch em Portugal
Indicador igualmente interessante é o crescente número de doutoramentos feitos dentro das empresas. São três fatores fundamentais para que fiquem connosco”, explicou Carlos Ribas quando questionado acerca das dificuldades que muitas empresas têm sentido em recrutar mão de obra. E o segredo foi bem explicado por Carlos Ribas, responsável da Bosch em Portugal, no momento em que apresentava as contas da empresa no exercício financeiro de 2021. Conheça o novo centro de desenvolvimento e tecnologia da Bosch em Braga
- A Bosch continua a apostar fortemente na expansão das suas atividades de Investigação e Desenvolvimento (I&D) em Braga, agora com a criação de uma nova equipa de desenvolvimento de software para sistemas de segurança automóvel
- Com uma forte presença na eletrónica automóvel, a unidade de Braga é a maior do grupo Bosch em Portugal.
- Receba notificações quando publicamos um texto deste autor ou sobre os temas deste artigo.
- Neste sentido, continua a empresa, “cerca de 2.500 colaboradores serão afetados pela suspensão dos contratos de trabalho e/ou redução de horas de trabalho“.
Bosch em Portugal “estrangulada” com falta de chips
"Queremos impulsionar ainda mais a nossa capacidade de aproveitar as oportunidades do mercado em áreas que são estratégicas para a empresa e nas quais Portugal se tem vindo a destacar, como é o caso da mobilidade em Braga, das tecnologias para aquecimento de água em Aveiro, e na prestação de serviços a nível global para a área corporativa", afirmou. Confirma-se, esta quinta-feira, o afastamento de Carlos Ribas, responsável da Bosch em Portugal e administrador técnico da unidade localizada em Braga, uma notícia avançada pela Fama Rádio e Televisão, agora confirmada pela própria empresa ao Jornal de Negócios. A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e "até presumivelmente” abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou esta terça-feira a empresa.
André Reis considera que “Portugal não deve competir apenas pela vertente da competitividade em termos de custo da mão de obra, mas também através da inovação, desenvolvimento de novos modelos de negócio e uma cada vez maior criação de valor. Com a inovação como um dos principais motes para o futuro, o novo administrador comercial da Bosch em Braga pretende ainda atrair “atividades adicionais na área da investigação e desenvolvimento (I&D), com os produtos desenvolvidos pelas nossas equipas em Braga a serem comercializados e a gerarem vendas”. Portugal não deve competir apenas pela vertente da competitividade em termos de custo da mão de obra, mas também através da inovação, desenvolvimento bosch-career.pt de novos modelos de negócio e uma cada vez maior criação de valor. Com a sua entrada na administração comercial de Braga, André Reis tem como objetivo “reforçar a competitividade, flexibilidade, excelência operacional e uma maior diversificação do portfólio de produtos.
Nexperia, a empresa que os holandeses tiraram aos chineses
A Bosch de Braga vai entrar em ‘lay-off’, a partir de novembro e "até presumivelmente" abril de 2026, uma decisão que vai afetar 2.500 trabalhadores, devido à escassez de componentes para peças eletrónicas, anunciou hoje a empresa. A empresa garantiu estar a fazer tudo para atender os clientes e evitar ou minimizar as restrições de produção, recorrendo, por exemplo, a fontes alternativas de fornecimento. O Governo neerlandês anunciou hoje ter suspendido a intervenção na Nexperia, que permitia bloquear decisões da empresa chinesa de semicondutores que ameaçassem a produção de ‘chips’ na Europa, para reduzir a tensão com a China após semanas de conflito político. A Bosch de Braga anunciou a 28 de outubro passado que ia entrar em ‘lay-off’ a partir de novembro e “até presumivelmente” abril de 2026, o que afetou 2.500 trabalhadores.
A chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro português, António Costa, inauguraram na passada semana, dia 30 de maio, o novo centro de tecnologia e desenvolvimento (T&D) da Bosch em Braga. “Devido à escassez de componentes para peças eletrónicas e as recorrentes interrupções na produção, o mecanismo de ‘lay-off’ estabelecido no Código de Trabalho entra em vigor a partir do início de novembro até, presumivelmente, ao final de abril de 2026”, indicou, em comunicado. "Disseram-nos que, após aquele dia, os trabalhadores, que agora vão receber apenas 66% do salário, voltarão a receber a 100%", acrescentou.
Mau tempo: Seguradoras estimam 750 milhões em danos indemnizáveis
A atividade foi retomada em 13 de abril, mas, entretanto, o horário de trabalho foi reduzido, passando os trabalhadores a cumprir apenas quatro dias por semana. Em finais de março, a Bosch/Braga já tinha parado a laboração, mandando os trabalhadores para casa de férias, durante 15 dias. A plataforma permite criar uma publicação com as principais informações do imóvel, como localização, tipologia, preço e fotos, facilitando o contacto com pessoas interessadas. É possível encontrar apartamentos sem intermediários através de um marketplace, como o CustoJusto, onde muitos proprietários publicam diretamente os seus imóveis.
De entre os novos projetos da Bosch, destaque para o desenvolvimento de um sistema de instrumentação para motorizadas, que deverá chegar ao mercado dentro de ano e meio. Há 25 anos, a Bosch dedicava-se à produção de auto-rádios. Johannes Sommerhäuser reconhece que “estar à frente dos concorrentes e tentar antecipar as tendências futuras do mercado” são objetivos que fazem parte da forma de estar da multinacional Bosch, que, por isso, “investe fortemente” em investigação e desenvolvimento. Entre 2013 e 2015, também em parceria com a Universidade do Minho, investiu 19 milhões e que envolveram a contratação de 35 novos engenheiros de desenvolvimento e 60 bolseiros. “É uma tecnologia que desenvolvimento para a BMW e que é usada no BMW mini e no BMW one series, mas que vamos continuar a desenvolver.
Garantindo estar “a dar prioridade absoluta a todas as frentes” para “manter as suas cadeias de abastecimento e evitar ou minimizar restrições de produção”, a empresa diz “encarar o futuro com confiança”, apesar de a situação atual continuar “a colocar desafios significativos”. No entanto, e “dependendo da situação geral de escassez de componentes e da evolução da política comercial”, a Bosch diz não poder “excluir, em princípio, futuras interrupções de produção ou ajustes nos horários de trabalho”. A empresa garantiu estar a fazer tudo para atender os clientes e evitar ou minimizar as restrições de produção, recorrendo, por exemplo, a fontes alternativas de fornecimento de componentes. A situação poderá prolongar-se até Abril de 2026 e vai afectar 2500 trabalhadores, anunciou a empresa na terça-feira.